terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Cufa reúne-se em Curitiba para elabora planejamento anual

QG lotado. ... Planejamento estratégico é fundamental para o avanço.
Em clima de ano novo que os representantes da Central Única das Favelas de Curitiba e região metropolitana reuniram-se no último dia 11 de Janeiro - 2018, no escritório Estadual da instituição no Pinheirinho. O objetivo do encontro foi para discutirem e replanejarem as demandas atuais e os possíveis projetos á ser realizados na capital paranaense como em todo o Estado. No entanto, pretende-se reforçar as agendas positivas de 2017 - "Festival Favelas, Fórum Estadual da Favelas, Natal Comunitário, Conexão Cultura, e outros projetos" que diretamente atendem os jovens e elava o protagonismo dos nossos pares, projeto estes que proporcionando acesso a cultura, desporto, empreendedorismo, gerando ganhos e empregos. Para isso em 2018, vamos estender nossas parcerias como já é feito alguns anos com as ONGs, instituições, Associações de Moradores e outros, exemplo: Um Lugar ao Sol - Bianca Baldini...  atuam na região do Tatuquara; Clube da Mães Felizes – Elisangela e Maria... atuam no região do Vitória Regia; Universidade do Esporte - Sidney Morgenstern... atuam em toda Curitiba; Projeto Usina de Ideia - Andreia de Lima... atuam no Parolim; STREET OF STYLES - Michael Devis... organizador do maior encontro de graffiti da America Latina e Bangstars - Marinho... ativista cultural (Rap).
"Estas parcerias são fundamentais. Através delas vamos ampliar os trabalhos disponibilizados aos jovens. Nosso maior ativo sem sobra de duvidas são pessoas e instituições que entende os nossos objetivos e assim soma conosco - comenta o Coordenador da Cufa Curitiba - Francês".  Na ocasião 22 duas pessoas e entre elas os coordenadores de São José dos Pinhais, Almirante Tamandaré, Curitiba e representando de Colombo (Joabé) estiveram presentes. “Mais uma vez nos surpreendemos com á adesão das pessoas - nosso grupo continua sendo plural... somos felizes, pois á cada dia pessoas vem ao nosso encontro para ser parceiros, exemplo são os novos voluntários á jornalista Raíssa Melo, o psicólogo Isaac Santos, pedagoga Edvone Santos, são pessoas formadas e moradores de favelas que querem contribuir” – comenta Presidente Estadual Zé da Cufa. Apesar de ser um ano atípico com Copa do Mundo, Eleições e outros acontecimentos que de certa forma para tudo, seguimos com os projetos na área da promoção da mudança social no âmbito da saúde, qualificação profissional, educação, combate ao racismo, empreendedorismo, reinserção social e outros. Agradecemos a presença de todos os coordenadores e parceiros.





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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Caravana do Natal Comunitário, em Curitiba

O Natal é uma das datas festivas inexplicável, principalmente para as crianças. A data que geralmente é antecipada por alguns dias que antecede 25 de Dezembro, mexe com os sonhos, as emoções e impulsionar o amor coletivo entre familiares e não familiares. As luzes e os enfeites por sua vez, nas fachadas das casas, anunciam com esplendor á chegada do Natal. Como nem tudo é lindo observa-se que os críticos de plantão até tentam desvirtua o sentido e a calorosa felicidade que paira no ar – argumentam sobre os mais variados vieses filosóficos e que por trás desta data existem pautas ocultas inacessíveis aos seres humanos. No desdobras das argumentações também nos deparamos com as mais variadas crendices que se pauta com fins de proporcionar descrédito ao acontecimento e argumentos históricos. Mas, enfim, as tentativas frustradas não ofuscam o brilho no olhar de uma criança que anseia durante todo o ano por esta data e á chegada do Papai Noel.
A cada ano a esperança alimenta não só o sonho em esta com o Papai Noel, mas em ter sua cartinha respondida, ou seja, ganhar o tão sonhado brinquedo tão esperado. Este é um dos motivos que nos faz á continuar, a Central Única das Favelas com a Caravana do Natal Comunitário, realizar o sonho das crianças em receber das mãos do Papai Noel um brinquedo. Neste clima alegre é comovente que convidamos você á dispensar-se dos interpretativos filosóficos e ficamos com a ideia de que o Natal é uma época em que o ser humana por meio do espírito natalino fica mais solidariedade para com as pessoas e os seus sonhos. Época de paz e alegria, em que as pessoas ficam mais sensíveis ao outro. Com o objetivo de impulsionar os sonhos, a Caravana do Natal Comunitário distribuiu aproximadamente 1.500 brinquedos em Curitiba e Colombo. Esta festa só foi possível devido os nossos apoiadores: Bangstars (Marinho), Francês (Papai Noel), Nilton (Cufa São José Pinhais), ACD Aliados (Paty e Cleverson), Luciana (Cufa Curitiba) e a todos que doaram brinquedos e estiveram junto e misturado.






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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Cufa realizou festa de Natal, em Cambé

Pelo sexto ano consecutivo a Central Única das Favelas de Cambé, através  do coordenador desporto, Ivan Camilo, realizou o Natal Comunitário. Na ocasião 400 brinquedos foram distribuídos na Vila São Francisco. Desde 2009, a Cufa em suas bases espalhadas por todo Estado comemoraram o Natal. Para nós é fundamental promover ações como esta em que reuni as famílias, pois é um ativo positivo na vida das crianças, adolescentes e do seus familiares, estarem juntos partilhando da mesma festa é um momento único para muitos - comenta José Antonio C Jardim, presidente Estadual da CUFA Paraná. Nossa meta é atender o maior número possível de crianças através do Natal Comunitário – não temos um balanço real de 2017, ainda, mas acreditamos pela quantidade de brinquedos distribuídos (aproximadamente cinco mil), superamos nossos objetivos e metas - acrescenta.
O  impacto deste projeto (Natal Comunitário) no eixo familiar é impactante para esta geração e outras que virão, pois vai além da festividade, as ações abrem reflexão coletiva, comunitária e humana, entre os participantes, sobre  seus convívios familiar e a cerca do outro. Nesta perspectiva, trabalhamos para o fortalecimento das relações familiares entre os pares com fins de fortalecer os seus laços afetivos e comunitários, nada melhor que utilizar-se do clima natalino. Por outro lado ganhar um brinquedo não é algo ruim e sim prazeroso – quem já ganhou brinquedo por mais simples que fosse nesta época tem algo para contar, alimenta sonho natalina no imaginário das crianças, proporcionando algo significativo para  toda sua vida, assim refletindo com os filhos e pais o verdadeiro sentido do Natal, época da família unida, confraternização, fraternidade, ganhar presentes e montar árvores. Agradecemos: Aos amigos da Aesa, Posto Morumbi Fabio Fernandes – Pio e Jota Mattos. Pessoas e empresas que foram fundamentais para que mais uma vez fizéssemos á alegria das crianças.





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Cufa realizou festa de Natal na Savana, em Curitiba

Várias interpretações filosóficas se dão a cerca do Natal, principalmente na época que se aproxima do dia 25 de Dezembro. Mensagens, textos críticos ou não são postados diariamente nas redes sociais e compartilhados. Não sabemos ao certo muito bem para que todas estas interpretações, mas nós, como sempre, começamos a pensar em presentes bacanas, festas para as crianças, enquanto as ruas se enchem com luzinhas e as famílias enfeitam suas casas. Sem duvida o espírito natalino parou novamente sobre a população, comovendo as pessoas, despertando o desejo de união e solidariedade, tudo isso pode ser notado no aumento de ações ou até mesmo através das pessoas que se vestem de Papai Noel e vai ao encontro das crianças. Neste clima alegre e comovente que convidamos você á dispensar dos interpretativos filosóficos e ficar, com a ideia simples de que o Natal é uma época em que o ser humana por meio do espírito natalino fica mais solidariedade ao outro e aos seus sonhos. Época de paz e alegria.
Observa-se que nestes dias as pessoas organizam-se em grupos para confraternizarem e celebrar a vida. Em Curitiba, no foi diferente de outros lugares, lojistas e instituições parceiras da Central Única das Favelas do Paraná, mais uma vez se reuniram e realizaram o Natal Comunitário. A festa aconteceu na tarde do dia 23 Dezembro, na Savana, as várias crianças receberam brinquedos e puderam brigar na cama elástica, escorregador inflável, casa de bolinhas e se encantaram com a chegada do Papai Noel acompanhado da Mamãe Noel.  Com o objetivo de proporcionar um Natal mais alegre e festivo para crianças é que em mais um ano reunimos Associação Comunitária da Savana, Grafiteiros e outros parceiros. "Como esperado foi lindo ver á alegria das famílias em ter uma festa comunitária pela primeira vez só para suas crianças" - comenta Francês, Coordenador Cufa. Na ocasião 300 brinquedos foram distribuídos.   







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Maratona Facebook de Empreendedorismo, Curitiba

Apesar da crise econômica os negócios seguem em alta entre pequenas empresas. Ter seu próprio negócio nos dias atuais pode ser uma forma de fugir do desemprego ou ser uma oportunidade de ter uma renda extra e em outros casos o sonho de ser proprietário do seu próprio negocio. Pesando nestes e nos mais variados publico empreendedor das favelas ou não na Capital Paranaense que a Cufa, os possibilitou a ser capacitação através da Maratona Facebook de Empreendedorismo. O projeto Maratona Nacional do Empreendedorismo, parceria entre a Central Única das Favelas (CUFA) e o Facebook, chegou ao fim, depois de percorrer aproximadamente 8.500 km e capacitar mais de mil pessoas por todo o Brasil, passou por algumas cidades e encerrou as atividades de 2017 em Curitiba. O curso Empreendedorismo Digital é promovido pelo Facebook e pela Central Única das Favelas (Cufa).
Jovens empreendedores também foram contemplados, participando desta última etapa que ocorreu do dia 20 de Dezembro – no Barracão da Família – no Parolin. O programa Maratona Nacional do Empreendedorismo mantém seu objetivo de empoderar os pequenos empreendedores de espalhadas pelo Brasil, possibilitando á usarem as ferramentas virtuais em prol dos seus negócios, o palestrante Douglas Jacó, multiplicador e colaborador do Facebook e da Cufa, disse que a expectativa é muito boa para capacitar empreendedores da região curitibana a utilizarem melhor as ferramentas do Facebook para negócios. A última etapa, em Curitiba, foi aberta com uma apresentação do grupo de dança e música afro Ginga e um delicioso café da manhã servido aos participantes. “Estamos diante de uma oportunidade sem precedentes, que passa pela valorização dos empreendedores das favelas paraenses e da garantia de autonomia e de oportunidades para o seu crescimento. Não teríamos conseguido chegar a essa compreensão de fomentar o empreendedorismo sem antes nos colocar no lugar do público, que está ávido para empreender e, consequentemente, contribuem diretamente no aquecimento da economia e o desenvolvimento do mercado paranaense” – comenta José Antonio, Presidente Estadual da Cufa Paraná. Os participantes receberam ao termino da qualificação os diplomas, em parceria com apoio da Associação de Moradores do Parolin.







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domingo, 17 de dezembro de 2017

20 de novembro: É coisa de preto!

VERSOS | PROSAS – Por: José Antonio Campos Jardim

- Foi nestes espaços de segregação, e marginalizado, que conquistei minha tão sonhada liberdade.
Desde criança, tive que aprender a surfar no olho do furacão e sobreviver era a meta, para não ser engolido pelo crime. Isto sim é coisa de preto. Desta forma, não tão diferente de milhares de famílias brasileiras, a minha também viveu abaixo da linha da pobreza. Pais humildes, pobres e semianalfabetos. E, mediante o sonho de dias melhores, também peregrinamos em busca da melhor qualidade de vida e, mediante as idas e vindas, tive a oportunidade de morar em algumas “favelas” no Paraná, na Bahia e um curto período em São Paulo. Em meio aos becos e vielas e ruas de terra é que vivenciei os encantos culturais das pessoas e dos seus territórios diferenciados. No entanto, o fato de não ter identidade local com os meus pares foi frustrante. Ao mesmo tempo, éramos anestesiados pela frustração de estar peregrinando e não criar laços com os territórios, com as culturas e com as pessoas. E, quando iniciamos o tão sonhado vínculo afetivo (identificação) com o outro – na escola, nas ruas e com os vizinhos de barracos –, era hora de partir em busca do ouro de tolo.
Naquele momento, o medo do novo (desconhecido) era afagado pelas velhas lembranças do futebol nas ruas, de soltar pipa no campinho de terra batida e dos longos jogos de bola de gude que, na maioria das vezes, adentravam a noite. Mas cada local em que pude estar foi um de aprendizado ímpar, que diretamente contribuía para minha indignação ao “levar geral” (revista) da polícia nas ruas ao ir para escola, pois esta é a única política pública constantemente presente nestes espaços (favela), o que, por sua vez, contribui diretamente para a segregação e a marginalização do negro. Estamos falando de direitos, de vidas ceifadas diariamente, da ausência do Estado, da história da construção desse país”. Vivenciamos diariamente nesses territórios as mais diversas mazelas sociais. Nesses espaços, tive o desprivilegio de conhecer os politiqueiros que nos vistam de dois em dois anos com fins da manutenção dos seus cargos. Vi meus irmãos e jovens negros (amigos) serem massacrados, marginalizados e assassinados. Vi meus irmãos e jovens negros (amigos) enveredarem-se para o crime. Vi meus irmãos e jovens negros (amigos) serem ludibriados pelo uso do antedepressivo dos jovens: o crack. Vi meus irmãos e jovens negros (amigos) entrarem para o crime, querendo dias melhores. Vi meus irmãos e jovens negros (amigos) entrarem para o mundo do crime para comprar uma casa melhor aos seus pais, ter um carro para dar um “rolê” (passeio), ter um relógio “da hora” (bonito), ter um tênis ou até mesmo um celular do momento. 
Mas foi nestes espaços de segregação, e marginalizado, que conquistei minha tão sonhada liberdade, meus estudos em teologia e psicologia, minha família e, no sonho de dias melhores, o pulsar da força de resistência. Foi nesses espaços e pelos dos ensinamentos dos mais velhos que aprendi a não desistir da luta diária em favor da minha vida, dos meus direitos e dos meus pares, aprendi que, mesmo nos momentos mais difíceis, devemos continuar a sonhar sempre, pois da ponte pra cá nada vem de graça. Nesses espaços, também vi meu pai ser preso algumas vezes durante o regime militar e voltar pra casa de cabeça raspada. Sob agressão, era neutralizado e conduzido pelos pracinhas: na maioria das vezes, ele estava “chapado” (alcoolizado), como muitos seres humanos que não aceitam toda a realidade de dor ao ver seus familiares (filhos) sem projeção de futuro. Do mesmo autor: E esse futuro que nunca chega? (artigo publicado em 02 de maio de 2017)  http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/e-esse-futuro-que-nunca-chega-716u2cj9wu6rw6lu8wqlywz05
Foi nesses espaços de turbulência constante que, quando adolescente, tive que escolher entre estudar e colher café, algodão e capinar soja para ou migrar para o crime, como muitos dos meus amigos. Tive de aprender a driblar a criminalidade nas lavouras em meio a frio, chuva e calor, e ao mesmo tempo entender das leis nas ruas para não ser mais um jovem negro nas estatísticas da criminalidade, ou seja, ser sugado pelas garras do crime. No entanto, alguns amigos negros que não tiveram a mesma sorte de benção se foram por achar que no crime poderiam conquistar a libertação do sistema “escravocrata” vigente. Nada foi fácil para nós e não será para os pares nos dias de hoje. O 20 de Novembro reforça nossa luta contra um sistema que nos vê como mais um. É fato que a “Casa Grande” não nos vê como parte do “poder”, somos a parte que entra em cena para uso, somos os buchas nos processos eleitoreiros. Somamos 54% da população, mas na prática somos a minoria nos espaços de poder político, nos gerenciamentos das grandes empresas e nos cargos de elite.
E, diariamente, somos convidados a concordar com afirmações como “toda cor é humana”. Absurda afirmação, pois sabemos qual cor é desumanizada diariamente. Entre os fatos históricos e da atualidade, não dá para aceitar a condição de buchas que nos é imposta pela “Casa Grande”; não dá para seguirmos terceirizando as nossas representações políticas, não dá para olhar para os espaços de poder (Brasília) e saber que existem bancadas para todos os gostos, exceto para os 54% da população. Não dá para aceitar que um ato racista seja apreciado pelos defensores dos bons costumes como um simples equivoco, como William Waack dizendo “É coisa de preto”. Não há como aceitar os números, olhando das arquibancadas, enquanto nossos jovens têm suas vidas ceifadas, pois, segundo pesquisa realizada pelo Ministério Público no primeiro semestre de 2016, no Paraná, quase metade das pessoas mortas pela polícia eram negras.
Os números espelham uma realidade tristemente brasileira, como mostram diversos outros levantamentos. Enfim, que na data de 20 de Novembro, o Dia da Consciência Negra, todos os seres humanos possamos entender que não se trata de “mimimi” ou só de dados, mas de números reais que apontam para um racismo velado, que muitos ainda insistem afirmar ser vitimismo. Estamos falando de direitos, de vidas ceifadas diariamente, da ausência do Estado, da história da construção desse país, que, em linhas gerais, não é contada verdadeiramente e, quando sim, é contada, na maioria das vezes, por um branco que insiste em postergar a verdade, como ocorreu em Belo Horizonte (MG), onde um texto aplicado para leitura dos alunos afirmava que a feijoada é um prato Europeu. Enfim, muitos sobreviveram ao impacto do racismo, mas muitos ainda vivem a dor de serem estigmatizados constantemente pela cor da pele. Que esta data seja um convite, todos os anos e diariamente, para que possamos refletir sobre nossas atitudes e os pré-julgamento em relação ao outro.
O texto se encontra publicado na Gazeta do Povo   Link: 

José Antonio C. Jardim, pastor IPB, ativista social, psicólogo e empreendedor social, é presidente estadual da Central Única das Favelas (Cufa)

REUNIÃO COM A CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS E FRYSHUSET

O presidente da CUFA Global, Preto Zezé se reuniu com o Embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn, para discutir programas e parcerias entre Ceará, as organizações Fryshuset - Raisa Lang Velazco, U&We - Adalberto Alencar, Coordenadoria de Políticas Públicas do Estado do Ceará - David Barros e o Governo Federal. A agenda segue a todo vapor no Rio de Janeiro, onde Raissa Lang vista à sede da Central Única das favelas (Cufa), em Madureira, conhece o trabalho da Favela Holding e apresenta a Celso Athayde e Nega Gizza um pouco sobre a Fryshuset. Raisa seguirá para a capital cearense para conhecer o trabalho da cufa e dos parceiros. A visita também contará com reuniões com o prefeito de Fortaleza e governador do Estado do Ceará. Haverá visitas ao Centro de Formação Olímpica (CFO), recepcionado pelo Secretário estadual do Esporte, Euler Barbosa.

Já em Brasília o coordenador-geral de Políticas Setoriais, Helber Borges, se reuniu nessa quinta, 14/12, com o presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé Lima, e a coordenadora internacional da Fryshuset, Raisa Velazco. A Fryshuset é uma associação sueca que trabalha com redução de desigualdades por meio do empreendedorismo e educação para jovens. O objetivo foi apresentar à Secretária Nacional Juventude o projeto que já está sendo desenvolvido pela Associação com jovens de Fortaleza (CE).

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